Gosto da sintonia humana, de saber voar sem tirar os pés do chão, de doar aquilo que eu tenho como devolução do bem-estar que me proporcionam. Não quero deixar de viver a vida que eu vivo, não quero ter medo de dores, amores, vícios ou decepções. O serendipismo até é quimérico, mas que o destino me permita ter a ilusão de que as minhas descobertas felizes são totalmente reais, até porque da minha vida sei eu e, o que é ilusório ou não, cabe a mim decidir.Então não me venha com ideais, dogmas e lições de vida e de moral! Da minha dor conheço a cura, o meu amor eu sei a quem doar, meus vícios conheço o antídoto e das decepções sei tirar proveito.

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